porque trabalhar com energia solar é um bom negócio

Você pode ter ouvido em algum lugar: trabalhar com energia solar é um bom negócio.

Aí você pode ficar intrigado com esta constatação e, talvez, já tenha ficado com esta curiosidade até mesmo antes, ao ver reportagens e noticias sobre o uso da energia solar no Brasil.

Mas, afinal de contas, o que mudou para que esta energia se tornasse tão badalada?

Primeiramente você precisa saber, caso não saiba, que o uso da radiação solar para gerar energia já tem um bom tempo. Existem várias formas de utilizar a energia gerada pelo sol. Se pesquisar na Wikipédia sobre o que é energia solar, vai encontrar a seguinte definição:

 

[Energia solar é um termo que se refere à energia proveniente da luz e do calor do Sol.

É utilizada por meio de diferentes tecnologias em constante evolução, como o aquecimento solar, a energia solar fotovoltaica, a energia heliotérmica, a arquitetura solar e a fotossíntese artificial. 

Tecnologias solares são amplamente caracterizadas como ativas ou passivas, dependendo da forma como capturam, convertem e distribuem a energia solar.

Entre as técnicas solares ativas estão o uso de painéis fotovoltaicos, concentradores solares térmicos das usinas heliotérmicas e os aquecedores solares.

Entre as técnicas solares passivas estão a orientação de um edifício para o Sol, a seleção de materiais com massa térmica favorável ou propriedades translúcidas e projetar espaços que façam o ar circular naturalmente.]

 

Achou Complicado? vamos entender melhor a energia fotovoltaica

Nos interessa neste artigo, especificamente, a energia fotovoltaica, captada por meio de painéis fotovoltaicos, ou popularmente painel solar.

Mais uma vez vamos recorrer a Wikipédia e ver a definição de energia solar fotovoltaica:

[A energia solar fotovoltaica é a energia obtida através da conversão direta da luz em eletricidade (Efeito Fotovoltaico) sendo a célula fotovoltaica, um dispositivo fabricado com material semicondutor, a unidade fundamental desse processo de conversão.]

É bom você saber que o efeito fotovoltaico foi reconhecido pela primeira vez em 1839, pelo físico francês Alexandre Becquerel.

Se você continuar lendo este artigo vai descobrir que [Entre os anos 2001 e 2015 produziu-se um crescimento exponencial da produção de energia fotovoltaica, dobrando-se aproximadamente a cada dois anos.

A potência total fotovoltaica instalada no mundo (conectada à rede) ascendia a 16 GWp em 2008, 40 GWp em 2010, 100 GWp em 2012 e 140 GWp em 2013.

No final de 2014, tinham-se instalado em todo mundo cerca de 180 GWp de potência fotovoltaica.]

Disto você pode ver que o crescimento do uso da energia solar foi um fenômeno mundial.

Este crescimento impulsionou as pesquisas técnicas, a indústria e o comércio de soluções baseadas no uso desta energia.

Os países que não dispunham de grandes potenciais hídricos como o Brasil, ou outros recursos naturais que pudessem ser convertidos em energia elétrica, viram a grande oportunidade de usar uma energia disponível em grande escala em várias partes do mundo, com baixíssimo impacto ambiental.

Países da União Europeia, como Alemanha, Itália e Espanha já produzem até 10% do consumo de eletricidade com energia solar, números parecidos com os do Japão e alguns estados dos Estados Unidos.

 

APLICAÇÃO DA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

 

A produção industrial a grande escala de painéis fotovoltaicos descolou na década de 1980, e entre os seus múltiplos usos podem-se destacar:

 

  • Telecomunicações e sinalização (centrais locais de telefonia, antenas de rádio e televisão, estações repetidoras de micro-ondas e outros tipos de ligações de comunicação eletrônicos);
  • Dispositivos isolados (Estes aplicativos incluem por exemplo as luzes solares, bombas de água, parquímetros, telefones de emergência, compactadores de lixo, sinais de trânsito temporários ou permanentes, estações de carga ou sistemas remotos de vigilância);
  • Eletrificação rural;
  • Sistemas de bombeamento (instalações de bombeamento para sistemas de irrigação, água potável em áreas rurais e bebedoiros para o gado, ou para sistemas de dessalinização de água);
  • Sistemas híbridos solar-diesel;
  • Transporte e navegação marítima (Ainda que a fotovoltaica ainda não se utiliza de forma generalizada para proporcionar tração no transporte, utiliza-se cada vez em maior medida para proporcionar energia auxiliar em barcos e automóveis.)
  • Fotovoltaica integrada em edifícios;
  • Fotovoltaica de conexão à rede (Uma dos principais aplicativos da energia solar fotovoltaica mais desenvolvida nos últimos anos, consiste nas centrais conectadas à rede para fornecimento elétrico, bem como os sistemas de autoconsumo fotovoltaico, de potência geralmente menor, mas igualmente ligados à rede elétrica).

E NO BRASIL? COMO ESTÁ O USO DA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

O grande marco no Brasil, que possibilitou a energia solar tornar-se um dos grandes negócios do momento, foi a regulamentação pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), em abril de 2012, da Resolução Normativa Nº 482, que autorizou os consumidores de energia elétrica a gerar sua própria energia.

Através desta resolução a agência estabeleceu as regras para que o cidadão possa injetar energia elétrica na rede pública. Nesse documento também ficou estabelecido as regras de compensação de energia entre o cidadão e a concessionária.

A Resolução Normativa 482 obrigou as concessionárias de energia elétrica brasileiras a criarem mecanismos que permitissem ao consumidor gerar e interagir de forma ativa com a rede pública de energia. A partir de então o cidadão comum passou a fazer parte do sistema elétrico brasileiro como um ator muito mais influente.

Esta resolução foi aperfeiçoada nos anos seguintes, com a Resolução Normativa 687/2015, por exemplo, e outros benefícios foram criados para o setor, o que criou o ambiente adequado para o setor crescer de forma forte nos anos de 2016 adiante.

COMO FUNCIONA ISTO?

Compliquei de novo? Vamos ver como isto funciona.

 

Como vimos anteriormente o que é novo não é o sistema de energia solar fotovoltaica e sim as normas que foram criadas para exploração deste mercado.

Basicamente o sistema de compensação de energia funciona assim:

 

1 – O consumidor instala painéis de energia fotovoltaica em sua propriedade para geração de energia elétrica (sistema solar);

 

2 – Este sistema é ligado à rede de energia da concessionária;

 

3 – Durante o dia, aproveitando a luz solar, o sistema do consumidor gera energia elétrica e injeta toda esta energia na rede pública;

 

4 – O consumo total do consumidor, resultado do que ele utiliza durante o dia, mais o consumo da noite é somado e deste valor é subtraído o que foi gerado de energia com o sistema solar;

 

5 – Caso o consumo for maior que a energia gerada, o consumidor pagará em sua fatura o saldo desta conta;

 

6 – Caso o sistema gere mais energia que aquela consumida, o consumidor ficará com um crédito, a ser compensado em contas futuras.

 

Este balanço de consumo e compensação é feito no medidor de energia próprio para o sistema, e a conta apresentada na fatura mensal, e não diariamente como usado em nosso exemplo simplificado.

Como aproveitar este novo mercado?

Você pode atuar em várias áreas deste mercado, pode ser um projetista, um vendedor, um consultor, um instalador, um técnico de manutenção ou um empreendedor.

Existem muitos cursos de excelente qualidade no mercado, com foco diferenciado segundo sua intenção de atuação.

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Geralmente os cursos são oferecidos em grandes cidades e os valores de investimento muitas vezes são altos, o que pode dificultar para muitas pessoas que têm interesse de aprender a trabalhar com o sistema.

Por outro lado, os cursos EAD nem sempre garantem a quem faça o curso que ele se sinta realmente preparado para efetivamente atuar na área.

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